domingo, 13 de julho de 2014

Cortando o mal pela raiz.


Juventude a fase das decepções amorosas!

A minha adolescência e juventude foi muito complicado por causa de relacionamentos, tinha um problema gravíssimo, me apaixonava facilmente pela uma garota que mal conhecia, então vivia apaixonado e a minha mente sempre ficava preso numa mulher. Queria saber qual era a fonte disso tudo, sofri muito e quando completei 25 anos de idade, decidi declarar guerra contra as paixões.

Meditava, jejuava, vegetarianismo, etc mas mesmo assim não tinha obtido um resultado satisfatório, até que descobri umas das mais importantes fontes disso tudo, era a música. A música é o principal meio de manter as pessoas presas nas paixões, por que 98% das músicas fala somente sobre amor, decepções amorosas, traições, perdas, abandonos, etc.

Lembro na década de 80, a música americana era super depressiva, lembro que as pessoas apelidavam essas músicas de “Depre Geral”, era moda na época as pessoas escutarem essas músicas para ficar curtindo fossa.

Nos anos 90, foi a vez do pagode, que falava somente sobre o amor, música de corno, idolatrando e endeusando as mulheres, ou seja, existia todo um culto e misticismo em torno da fêmea. Tanto na década de 80 e 90, tinha virado moda os homens sofrerem por amor, por que ele tinha se tornado sensível, que amar era sofrer, tudo gerado pela música.

Então comecei perceber tudo isso, então questionei “Será que se eu parar de escutar músicas, poderei superar as paixões?” então fiz o teste, parei de escutar as músicas e o resultado foi extraordinário. Quase todos os sintomas das paixões desapareceram, tinha me tornado um novo homem, por que tinha saído do processo de condicionamento da música.

Aos 27 anos entrei para faculdade de jornalismo, então fiz um estudo paralelo dos efeitos dos meios de comunicações nas mentes das pessoas, começando pela música. Logo de cara descobri, que as músicas trabalham com a memória das pessoas, fazendo com que o indivíduo viva sempre no passado, sendo sustentado pela letra da música. Ela traz boas ou más lembranças dependendo da vivência da pessoa, mas mesmo sendo boa não importa, por que faz com que a pessoa fica presa no passado.

Noel Rosa
Depois fiz um levantamento das vidas dos cantores nacionais e estrangeiros, e descobri que todos eles sofriam de depressão, angustia, loucura, suicídio, problemas com drogas e álcool, e muitos até cometeram assassinados, alguns ficaram no hospício, etc.
Irei citar um bom exemplo de músico brasileiro, que faz parte da história do carnaval, o compositor da Vila Isabel (Rio de Janeiro) Noel Rosa, que morreu ainda moço, por causa da tuberculose. As músicas que ele fez mais sucesso foi quando Noel Rosa estava no fundo do poço, na lama, na sarjeta, deprimido, angustiado, alcoolizado, drogado e no puteiro, eram fontes de inspiração para escrever as suas músicas. Ou seja, todas as músicas dele eram idolatrando o sofrimento, o desespero e dor.


A atriz Tônia Carrero disse: Vinicius de Moraes se rebaixava
e fazia qualquer coisa para ter sexo!

Vinicius de Moraes foi a mesma coisa, todas as músicas dele era para idolatrar a mulher, tanto que a atriz Tônia Carrero disse: “Vinicius de Moraes fazia qualquer coisa para obter sexo, se precisasse se rebaixar e dar maior vexame para ter sexo, ele fazia!” ou seja, ele era nos dias de hoje um maior mangina e lambedor de salto alto. Só citei esses dois cantores brasileiros, na verdade sou péssimo de guardar nomes de músicas e de cantores, mas cantores estrangeiros não fogem da regra.

O que citei para vocês que devem parar de escutar músicas, se quiserem romper laços emocionais com as mulheres, mas vocês devem estar perguntando, “Todas as músicas, não escapa uma? Mas a música gospel, fala de Deus?” sim é verdade, mas o que estraga são os ritmos, ouvir a palavra de Deus no ritmo de forró, samba, axé, funk, bolero, rock, etc na verdade estaria profanando, desculpe a sinceridade, por que a mente irá associar com coisas mundanas e não espirituais. Escuto músicas religiosas indianas, mas são ritmos próprios, ou seja, não têm os ritmos citados acima, então não faz mal.

Se quiserem sobreviver essa guerra psicológica, principalmente superar as paixões, primeiro deve abandonar todas as formas de músicas, analisem as letras de músicas que você escuta, qual é a mensagem que esta enviando, se gosta de músicas estrangeiras faça a tradução das letras, para ter consciência do que esta acontecendo contigo. Será difícil de abandonar a música, claro que será, mas se eu consegui, vocês também pode. Estudem a vida dos seus cantores favoritos e verás que todos eles apresentam problemas emocionais. A emoção é a destruição do ser humano, ela mata, destrói a sua autoestima e estraçalha a sua alma.

Vocês estão tendo a oportunidade de resolverem os seus problemas emocionais, não ignorem o que falo, faço isso para vocês por que sei perfeitamente o que estão passando, pois eu passei pela mesma situação. Sofri uma depressão que durou mais de 10 anos, e obtive cura sozinho, sem remédio, antidepressivo, psicólogo, psiquiatra, etc foi com os estudos e ajuda de Deus. Eu não quero que vocês passem o que passei, por isso procuro ajudar todos os meus irmãos Guerreiros da Real.

Cortando o mal pela raiz 2
http://quebrandoosmitos.blogspot.com.br/2013/08/cortando-o-mal-pela-raiz-2.html


9 comentários:

  1. Não dispenso música erudita. Mozart, Bach.

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    1. Senhor, quero avisá-lo que muitos compositores eruditos foram maçons, pois a Maçonaria é especialista em música erudita, pois ela é a religião dos grandes acontecimentos, como a Independência do Brasil em 1822 e outros. Exemplos deles: Bach, Beethoven, Carlos Gomes, Mozart, Villa-Lobos, Yanni Chrysomallis e outros. Ela pode estimular muitas coisas, até mesmo as imoralidades e outros atos errados, mesmo subliminarmente. Exemplos de músicas eruditas subliminares: ADÁGIO EM DÓ MENOR (Yanni) e outras. Agradeço-lhe de todo o meu coração! Obrigado!

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  2. Boa Márcio!
    Já faço isso faz um tempo. Ignoro quase todos os tipos de música, mesmo porque quase nenhuma música mundana presta hoje em dia.
    Talvez a exceção seja alguns rocks progressivos e músicas clássicas.
    Mas a maioria realmente não acrescenta muito.
    Valeu

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  3. Excelente texto,realmente o que mais se tem hoje em dia é música de corno que cultua mulher vadia e exalta o sofrimento amoroso do homem,eu já percebi que as mulheres adoram esse tipo de música exatamente porque infla o ego delas.

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  4. Marcio, ouço rock depressivo( Nirvana, Alice in Chains, Titãs, Slayer, Roliing Stones,AC/DC).Esses ritmos nunca falam de amor romantico de homem e mulher e tmb nao curto ritmos assim. Essas musicas falam mais da depressao causada pela alienacao social, drogas,bebidas, satanismo e desejo de liberdade., Mim sinto triste,mas ao mesmo tempo mim faz bem. Não sou depressivo. Marcio, as pessoas fazem projecoes para outros de acordo com suas experiencias e sentimentos. O que vc passou,acha que ocorre com muitos. Mas nao com todos e eu sou um exemplo. Mas parabens pelo texto pois essa e uma realidade de muitos onde poucos conseguem perceber esse lado dito no texto!

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  5. Ótimo texto, claro que existe exceções, porém me identifiquei muito quando você disse "me apaixonava facilmente pela uma garota que mal conhecia, então vivia apaixonado e a minha mente sempre ficava preso numa mulher", e realmente hoje percebo que o mundo não é um mar de rosas como pensava na minha adolescência, hoje tenho um pensamento diferente, e confesso os textos desse blog muitas vezes é um tapa na cara pra conhecer a real,

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  6. eu escuto eletrônica por isso, sei que tem seus defeitos também, mas é um bom refúgio pra mim, pq nunca curti rap, hip hop, funk e outros.



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